"Alma limpa, amor na transversal...
Planejando o (in)certo"


27 de agosto de 2010

Que seja amor, mas...


Frágil!
Assim: em sentido literal!
Extremista!
Assim: em sentido unilateral!
Carente!
Assim: em sentidos e verdades latentes...

Tudo começou...

Parecia brincadeira boba e gostosa -daquelas sabe?
De tão boba virou: doce paixão saborosa...

Mas -me digam porque é que inventaram um mas?

Pra mim, apenas pra mim na minha visão parcial das coisas aconteceu pra mim...

É o que aparenta ser
estou machucada de todas as formas imagináveis
eu não sabia que bonecas de porcelana sentiam tamanha dor e medo da solidão
hoje posso dizer que sinto e que de novo tenho sintomas fortíssimos

Como capim cidreira corta né?
Como aquele abraço foi tão bom?
E aquele sorriso e as palavras?
E agora?
Meu braço ferido
Minha alma que não quer ficar quieta
Meu corpo que não sabe mais como é a distância
E meu eu?
Tão perdido no espaço nessa limitação que é o celular desligado...
As pessoas não deveriam ter esse direito
Maltratar não é direito
Ferir outro alguém não é certo
Ferir outro alguém tão transtornado e louco como eu muito menos
e o que faço agora
já que nem lágrimas esboço mais,
já que nem meus pés o chão tocam mais?
Sem razão ou fé?
Estou louca?
Cortes e mais cortes
isso
isso
Morte
sumir
fugir
Matar-me-ar!


Obs.: Matar-me-ar, nesse contexto quer espressar algo como reinventar!


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