"Alma limpa, amor na transversal...
Planejando o (in)certo"


24 de julho de 2010

Di(solução)!




De mãos atadas
totalmente dependente...
As mortes comprimidas -essas que não levam a óbito- alcançam a tontura!
Tontura breve tortura imensa
Dependência total

Ei, preste atenção cuidado pra atravessar a rua...
Ei, você não pode ir, não sozinha e não podemos ir com você...
Ei, olha aqui presta atenção você já esta bem grandinha sabe de suas responsabilidades...

E se eu não souber?
E se eu estiver tonta o suficiente pra ter noção de distancia?
E se ainda assim eu quiser ir sozinha?

Meus dias passam lentos essa -quase- internação domiciliar me mata.

Cortaram minhas pernas amarram meus braços...
Faltam exatos 6 minutos para ingerir mais três -diabos tontos- comprimidos...

E eu o faço...
Na tentativa frustrada de amenizar tudo isso...
E em um belo dia poder existir longe dessa confusão comprimida que não pode ser dissolvida antes de ingerida!

21 de julho de 2010

Dose única por favor!



No inicio era um comprimido pra maior felicidade!
E agora?!
Dez verdades comprimidas um pouco de euforia e anormalidade!
Sonolência?
Rara...
Sorrisos?
Eufóricos...
E a felicidade?
Comprimida pelo ralo, engolida a seco ou com chá morno!
O vazio agora vem comprimido
comprimidinhos amarelados tão divertidos!
Minha reação?
Amena, amena, amena...
Tão indefinida quanto precisa, saudosa e nada harmoniosa...
Minhas palavras já não se unem...
Sentido não faço me expresso aos pedaços...
Me perco!
Uma morte comprimida por favor, uma!
Dose ÚNICA
Comprimido letal

19 de julho de 2010

Reggae pra ela

Vamos a escrita -desentendida- que não se completa...
Ela: se tropeça toda
Ele: Não se opõe se fecha cala e vai
Ela: Fica, se explica
Ele: Silencia
Ela: Sozinha está
Ele: Pra longe vai
Ela: Triste fica/ficará(?)
Eles: Caminham distantes, opostos , difusos, confusos?

Ando sem muita compreensão dos fatos e um reggae ele cantou pra mim, confesso: Não é meu estilo predileto, mas a letra muito me chamou a atenção, pra quem tiver a curiosidade:

18 de julho de 2010

Incluso-decepção


Estou aqui vazia de mim mesma, amena por diversão interna por incompreensão
É bem assim que acontece:
dor
dor
dor
e mais um pouquinho de loucura solta por ai...

Estou/estamos tão nulos e entregues,
jogados ao relento pra ser mais sincera
e desde quando isso importou, as laminações pra eles importam pra mim não, é só um um pouquinho do prazer que está entalado,
é só um trechinho da ânsia exteriorizada
ahhhhhh eu quero gritar,
ser escandalosa e ousada,
quero por mais de 10 minutos que esse devaneio dure...
Dure tempo o suficiente pra eu nunca mais me lembrar
Isso, pra ter vontade e assim coragem,
de novo e de novo
Meus queridos, que levem os talheres que engulam as facas que não me devolvam nada
mas que pintem, pintem e bordem -não border- coloridinho floridinho de amarelo e azul, ahh e eles dizem vai passar, e eu lá quero que passe as vezes tento, forço, me jogo...

Estou aí, estou aqui, vem vamos nessa...

Viver de vento...
Eles não sabem,
não deixam,
vamos tapar os olhos e nos lançar, nos perder, emaranhar, encontrar, encantar

Gosto quando louca e inteligente estou,
não gosto do atual estado de espírito e nem por isso estou me laminando (vontade não falta) mas vou TENTAR e possivelmente CONSEGUIR, to firme lá, não vou fugir só não quero oscilar

Meu humor, rola balança, ri de mim me desmancha...

Meus cabelos emaranhados e despenteados
Os lábios agora só vivem pintados
É essa de agora anda menos "desajeitadinha" e toda encantadinha

Vem cá, olha só parece uma boneca, não quero, joga fora, desmancha anda, está me irritando...
estou viva por mais de 20 dias: monitorada, controlada, com hora de acordar e dormir, não estou isenta de nada e os pequenos surtos confusos permanecem de forma absurda...
quero um anti-maníaco que me segure, que me deixe interpretar tudo de forma suave, quero um pensamento desacelerado e uma cabeça menos pensativa, uma boca mais calada
EU QUERO não querendo
me acelerando
desesperando
me perder,
rasgar,
morder,
martelar.

Quero, Preciso!

Quero elementos etílicos pra esquecer quero amenizar-izar, ir lá...
Nunca mais soube do meu pé de cereja, é sou fresca plantei uma cerejeira no quintal, tenho bananeiras, capim cidreira, mamão e hortelã...
Adoro chá!
Não quero que entendam o que se passa a confusão esta formada o leite foi derramado e essas pedrinhas são do nescafé que eu adoro, cuidado tem cacos de vidro ai, vai cortar os pés menina!

Dopar-me-ar agora, apagar de uma vez pros meus pecados nada pesar!
Quero uma semana tranquila, sorrisos radiantes e que ele me irrite que me corte por dentro que meus olhos lacrimejem e que por fim o sangue escorra!

17 de julho de 2010

Ela X ele?


Tão distantes, instantes, inconstantes estamos...

Ela: Esboça sorrisos
Ele: Silencia

Busco em ti e nas cores essa tal afeição...
Nunca estaremos/estivemos assim tão alaranjados
Me sinto tola chata e desequilibrada (Acho que já coloquei isso assim anteriormente)
Quando assim eu não gosto de ver o brilho nos teus olhos... É cortante
Levemente cortante -capim cidreira- lembra?
Não consigo deixar de assim ser, e em finos traços me mover...
Estou pesada minha escrita pesa...
a junção cognitiva que antes me acariciava agora me arranha...
Eu preciso -às vezes- que você venha até mim, venha assim correndo mesmo quando estou suficientemente enojada-enjoada

Rejeição corta e é corte único é punhalada...

Estou com frio,
distante nesse instante minha realidade não comove,
meus dias passam um pouco menos acelerados...

Ando menos divertida, meus amigos me desconhecem e em finos traços e esboços falsos permaneço, sou forte, sou forte: rochas e fios de tear!

15 de julho de 2010

Concluso-distorção


Era uma dádiva...
tão pequenina, tão chorosa menina...
Ela vai cantar, ela vai voar!
Chorosa esta -pausa- medo!
E me/se doer, doer, que dificuldade com as letras e a junção das mesmas.
Cinco segundos inexplicáveis, cinco segundos inexplicados e ela agoniada vai
Não existem mais toques aveludados, o cantar em cores se perdeu...
Eufórica, louca por dentro, pernas tremulas e música no ar...

Assim devagar!

Ligações distantes-antes! Antes que se possa em leveza transformar tamanho pesar.
Ela e elas não estão azuis ou alaranjadas, parecem mescladas e distorcidas, querem paz -silêncio- elas tão unidas -uma só talvez- não querem querendo se machucar...
Esses pensamentos estão se dissolvendo em pequenas doses -dosagens baixas-

Medicação? AÇÃO, EXCLAMAÇÃO!

Disso ela parece gostar...

Prefere não ter consciência -ciência de seus atos-
Amplitudes, atitudes, ela alcança cansa se balança...

Alguma delas precisa de SOCORRO

Esse falar manso é pura enganação, ela quer se socorrer enquanto de amor parece padecer...

Vermelha ela fica, vermelho-laranja-acerola...

Assim se doendo aos poucos vai crescendo em um REPENTE ela e elas estarão uma só e ponto!

Serão em fim POTENTES em VERDADES...

Então, agora ela estará radiante, alaranjada e meia, sim! Parece bom...
Esboços de sorrisos são curiosamente interessantes

Me divirto ou minto?

OMITO!

Eu estou gostando nesse gostar amalucado de border, gostar desgostando desgostoso...
Não importa ela esta longe ou a principal de mim esta...
Vem cá, vai lá -aponta- rodopia vem dá a mão, essa estória outra e outra vez...
Ei, não aguento mais me irritar involuntariamente, mais tá!

E as cores?

Falta lilás, falta afeição...

Estou me corroendo faz mal e é assim: irrito, grito, pinto, oculto, minto!

Que coisa!

Ânsia de vomito de ansiedade daquelas bravas mesmo de ficar longe, um longe perto, um longe preciso, um longe próximo que não prejudique o meu âmago...

Não mais...

E eu que aparentemente estava indo tão bem, não tenho chão ou ao menos pés para tocá-los...

Concluso-distorção: Não tenho diagnóstico preciso, sou vaidosa, gosto de abraços inquietantes, e pareço estar sempre mascarada dentro dos meus vários eus!


13 de julho de 2010

Rumo a vodka!



Onze dias direto na internação, nunca imaginei que tão sem rumo ficaria pra que tal ocorresse assim em um repente!
Em um repente louco uma garrafa de vodka
Laminas caíram, sangue se espalhou pela casa...
Contida eu fui e de soro precisei...
Minha vaidade ferida foi, ferida com um punhal repugnante, sou vaidosa e gosto das minhas coisas caras de fato!
Sou um lixo que toma um remedinho que não tá ajudando muito, estou proibida de levar minha vida noturna, tá né?
Esse post é uma merda, é assim que eu estou!
Cansada um lixo e ouvindo a mesma música repetida!