"Alma limpa, amor na transversal...
Planejando o (in)certo"


25 de abril de 2010

Quase uma narração!

Cá estou em em uma manhã fresca de domingo... Tudo ia bem quando um avulso me pergunta no chat - Aquele onde bipo-borders e depressivos marcam presença - Ele pergunta: - O que você gosta de fazer? (Essa pergunta surgiu porque eu não sou normal pra eles... É pra ser normal deve-se assistir séries e gostar de TV e dizer que filmes de terror não são superficiais, Sim, Acreditem...) Daí eu respondi: - boa conversa, boa musica, bebida!
Tenho um ritmo de vida acelerado não me sobra muito tempo,e quando sobra é porque estou com nojo de mais de viver...
Daí vocês podem ver no printezinho: "UM CASO PARECIDO COM O MEU"...
Ela ainda é uma criança envolta em seu próprios medos e discordância, questionei qual o problema, ela disse que tem um problema com o namorado que fez coisas ruins, certo e provável que ela acha que o ama, não que eu não acredite, mas que eu ache improvável, é! Neste momento estou sendo cruel com ela, porque, é porque? Ninguém foi cruel comigo e eu sofri do mesmo jeito então... As pessoas tem medo da verdade eu não tenho, e a dor é ensinamento, as pessoas tão elas mesmas achando que seus problemas são os únicos e veridícos...

Classe média, logo imaginei e foi fácil de constatar, problemas típicos de classe média, daqueles onde os familiares mal se falam sabe, pai suprindo todas as necessidades dos filhos com presentinhos caros...
Eis o perigo...
Queria entender sabe, juro que queria, uma menina de classe média até então amada, cheia de grandiosidades e um futuro promissor achando que tem problemas... Doí as vezes ver tamanho egoísmo e pretensão...
Talvez porque eu tenha sido assim... Tenha me moldado em mimos e presetinhos caros, e agora? Mais dor que de costume, cortes, é! Feridas na pele, dessas que acontece quando nosso âmago estertora e isso não sai de jeito nenhum, eu preciso que ela entenda isso, pra que não faça tal crueldade consigo mesma...
Ter um rosto bonito e o interior cheio de impurezas...
Manipular, jogar, furtar....
Não posso permitir tamanha retaliação traumática...
Até então nunca havia me exposto de tal forma, mas se alguém não der a cara a tapa como vai ser...
Estou cansada do lirismo, dos pés tortos e do cinismo que atinge nossa face quando citamos amor ao próximo...
Certamente foi isso que os até então amigos usaram para ganhar o máximo de confiança e inspirar credibilidade na tal garotinha que agora se despedaça e se sente totalmente sozinha, nula, esquecida no canto do baú... Por mais que ela tenha pessoas por perto não sabe direito como confiar, confia em um ama três, sente um nojo tremendo dos demais, é bem assim crises intermináveis falta de acompanhamento e medicamentos de mais!
Esse é o dia dia de alguém que chega em casa se fecha em seu mundinho cortante de insignificancia atemporal, de verdades planejadas e sentimentos indeterminados... Alguém que não sabe do amanhã e que talvez planeje não ter um...

24 de abril de 2010

Publicitarte



E de repente acordar...
Em um rompante gritar! É difícil escolher o que você vai ser...
Não temos muitas opções somos difusos e complexos, pontilhados e martelados...
Aí do nada eu entendi "Publicitarte"...
Ser como ninguém;exclusiva em essência dormente em ausência...
Publicitarte mais algumas vezes e entender o porque de ser tal coisa, não quero profissão dessas comuns, mas sim essas diluidas em água e temperadas à arte... Publicitarte mais e mais...
Sorrir!

23 de abril de 2010

Ausência invertida



E de repente conhecer o irreconhecível... Ultrapassar os sentidos, correr de vestido, quebrar o juízo...

Eis que era uma noite clara de música suave e energia ausente, ela estava insana em seus próprios braços... Corria se perdia e ouvia passos, ela foi assim: em um rompante, de encontro com seu eu, tentou não ir, fugiu, relutou e de nada adiantou, estava feito, ela era em ausência invertida sua própria dor e seu maior amor...

Ela sabe não sabendo das prazes e dos desprazeres dessa vida, ela é doce e delicada em sua ausência invertida... -pausa- ausência invertida? Como se define o âmago cansado e o azul alaranjado? Ela aspirava coisas novas, aventuras prazerosas, luxo modificado, ela continuava sendo... Seu próprio medo e maior veneno...

Ela era em essência dormente, toda assim: dolorida, "mutilada", pontilhada...

Ela gostava de seda, de lábios macios, de carinho no rosto e frases inquietantes, é gostava... Talvez em um desses repentes ela volte a ser assim: doce em essência, calma em ternura afável em palavras...

Vamos riscá-la ela não passa de um trecho trágico de todos nós, ela é a frase que você não expressa, o sorriso que você não esboça as feridas que não se cicatrizam as verdades que você esconde, Ela é; Em loucura, aquela parte que ficou debaixo do armário escondida na barbárie do passado...

Demonstrar? É tudo que o medo não permite enquanto nós seres ludibriados e marcados não tentamos...

Dar a cara tapa, se lançar no nada, ser forte em nós mesmos, deixar a vaidade, ferir à vontade...

“Ser o tal Serzinho Humano”em potencia substancial!

Em verdade unilateral...