"Alma limpa, amor na transversal...
Planejando o (in)certo"


3 de outubro de 2009

Devaneios à parte, loucura branda...



"Nostalgia, nostalgia, vida crua, pensamentos adversos, sentimentos inconstantes vontades que vem do nada, rompante de culpa, desejos inquietantes, segredos cabulosos, alma imunda, corpo embriagado(...)"

A nostalgia passa a loucura e da loucura se faz nostalgia!

Ter cuidado e paciência/ciência

Arre! Estou tão farta de comedir, calcular...

Gosto de sorrisos largos, abraços apertados, beijos quentes, gosto da alma tranqüila mesmo não sabendo bem como é isso, estou cansada de humor instável, quero ser constante (?) quero dia de sol e noite de chuva quero meu avesso quero um novo começo (?). Quero ser esse alguém que vem de fora, mais não quero ter de roubar pedacinhos de ninguém...

Não estou cansada, estou MORTA e a morte- não essa morte, mais minha MORTE-, ela nem dói tanto mais demora a cicatrizar e fica indo e vindo, ta vendo, não dá pra ser constante assim, existem tantos lados, lagos, moedas, rompantes?! Talvez eu seja constante em algum canto rabiscado de mim mesma, talvez eu seja um monte de porcaria e nem sei, mais eu não poderia ser o que eu quisesse?!

Bem, a adolescência era assim: cheia de pressão, delírios, nervoso, medos, receios, paixões (?), horrores, ilusões -claro não poderia faltar essa coisa lúdica- e sabe o que pior -ou não?- havia entusiasmo nisso, entusiasmo esse que não era direito, ele acabava rápido, pois as pessoas -sempre as pessoas- elas tendem a isso: a carregar maldade e a derrubar em cima de alguém inocente (?), alguém que mal se sabe quem, não existe cuidado nisso!

CUIDADO

Cuidado com o desconhecido? Se ocorrer acredite certamente será pura dissimulação ou curiosidade...

Ninguém sobe uma escada por subir, não que eu saiba!

Não quero falar também, sou mal interpretada, mais e daí? A tolice é minha!
Sei que cansei e ontem dancei! Dancei no sentido literal da coisa, descobri que não adianta não correr riscos - sejamos moderados, ao menos com isso, por favor! -, os riscos são atemporais são sensações de deleite que percorrem sua alma enche seu ego, são balas doces que se mascar de mais estragam os de dentes e causa diabetes, mai e daí talvez correr riscos seja o imprescindível, talvez correndo os riscos aprenda a ser plausível, mais não previsível!

Gosto das loucuras azuis dos pensamentos torpes, das besteiras que acabam por sair da boca as vezes!

Gosto! Não nego!

Estou um misto tão (im)previsível de mim mesmo, vou acabar delica(la)da, desgostosa, ou não? -rs- uma parte mim sempre será essa outra que fica na dúvida, que mente manipula e rodopia, e a outra essa alma pontilhada de azul, e eu enquanto essas duas serei essa, não menos feliz por tamanhas complicações expressadas aqui, mais fruto de experimento louco uma mistura de cereja com azul!
A verdade é que o inicio da vida às vezes me lembra a morte, quantas mortes mais serão necessárias para compreender isso de maneira a não me lamentar depois?

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