"Alma limpa, amor na transversal...
Planejando o (in)certo"


28 de agosto de 2009

Alegre "(des)conhecido"?


Por que as vezes é necessário olhar para o lado e contar com alguém que mal se sabe quem, porque esse alguém te provoca cólica de risos...

De repente olhar para o desconhecido e saber que ele é doce, que ele te ensina os mais leves passos de dança, te agarra pela cintura e te passa segurança, ele te traz brilho nos olhos rubor na face paz na alma, ele chega devagarzinho e ainda assusta porque o novo não nos é comum e as vezes dá aquele friozinho na barriga de olhar para o lado, mais se não olharmos como saberemos que ele está lá?

Desconhecido e belo, pontilhado e azulado, mesclado misturado, uma junção tão simples que acaba por permanecer assim "(des)conhecida".

25 de agosto de 2009

Oscar Wilde



Deu vontade de ir adiante, ai me deparo com Wilde, um louco cínico(?) dandi e belo!

Por que um Irlandês? Justo um Irlandês, suas palavras são carregadas derramam verdade, que maneira mais única de mostrar o belo como "cura" para os horrores da sociedade, que modos inquietantes de expor que colocações precisas e "(des)preocupadas", ele causa arrepios e me desperta muito para o que me corta diariamente...



Loucos e Santos

Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e aguentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril

Oscar Wilde

Deu vontade de ir adiante, ai me deparo com Wilde, um louco cínico(?) dandi e belo!

Por que um Irlandês? Justo um Irlandês, suas palavras são carregadas derramam verdade, que maneira mais única de mostrar o belo como "cura" para os horrores da sociedade, que modos inquietantes de expor que colocações precisas e "(des)preocupadas", ele causa arrepios e me desperta muito para o que me corta diariamente...



Loucos e Santos

Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e aguentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estérilLoucos e Santos

Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril

24 de agosto de 2009

Charles Baudelaire

"Mais quando reina a paz, quando a bonança impera, que desespero horrivel me exaspera."

Tão confusa de uns tempo pra cá, talvez por que tudo esteja dando certo, e eu não estou acostumada com isso, nuca estive, talvez agora reine em mim a pontinha de esperança que é preciso!
Talvez os versos desse frances perca tamanho sentido...

Um pouco de azul

De repente deu vontade de vôar, abrir a janela e deixar que essa brisa boa me leve, leve pra longe...
Desses pensamentos, dessa saudade dessa vontade do novo que me assusta!
O que sinto agora não é ruim mas é algo que até então desconhecia, não é vermelho amarelo ou lilás, talvez seja laranja mais não dá pra definir de pronto assim, não pesa!
Talvez seja azul, talvez eu te risque todo de azul, talvez não, talvez eu te dissolva e misture com pó amarelo, talvez eu te corte em mil pedaços, limpe você de mim...
Mais que não seja o pior, não quero entregar essa coroa, esse sentimento não é a vitória, quero ter sangue docê, felicidade gritante e um amor tão calmo pra chamar de meu, pra vestir de azulzinho e gritar azulão, pra mesclar, riscar, misturar e ter essa coisa que sempre será azul dentro de mim, Azul Royal.